Sobre a data: O início das obras em 122 d.C. é atestado por inscrições. A conclusão das diversas fases se estendeu por vários anos.
A muralha não era apenas defensiva: funcionava como posto de controle de circulação de pessoas e mercadorias, ponto de arrecadação e demonstração visível do poder romano. Duas décadas depois, o governo seguinte avançou a linha mais ao norte com outra barreira, de turfa, logo abandonada em favor do traçado original. As guarnições, formadas em boa parte por auxiliares recrutados em outras províncias, deixaram inscrições, cartas e objetos que documentam a vida cotidiana na fronteira.
O que levou a isso
- Mudança para uma estratégia de fronteiras estabelecidas e defensáveis
- Necessidade de controlar movimentos de populações do norte da ilha
- Interesse em regular e taxar o comércio transfronteiriço
O que veio depois
- Definição duradoura do limite norte do domínio romano na Britânia
- Criação de comunidades civis permanentes ao redor dos fortes
- Documentação excepcional da vida militar e cotidiana de fronteira
Figuras envolvidas: Adriano · Antonino Pio
Abrir o registro completo