Ir para o conteúdo
DigitalTitleTrace Cronologia do mundo romano

Governo: 361–363 d.C.

Juliano

o último imperador dos cultos tradicionais. Formado em filosofia grega, tentou restaurar a religião tradicional por meio de reformas administrativas e culturais. Morreu em campanha contra os persas após menos de dois anos de governo.

O que importa reter

  • Reorganizou o sacerdócio tradicional inspirando-se na estrutura eclesiástica
  • Deixou uma obra escrita considerável, incluindo cartas e discursos

Acontecimentos em que aparece

Governo de Juliano e a tentativa de restauração dos cultos tradicionais

Último imperador a professar a religião tradicional, Juliano tentou reverter a cristianização por meio de reformas administrativas e culturais, e morreu em campanha contra os persas após menos de dois anos.

  • Religião e crenças
  • Constantinopla, Antioquia e Mesopotâmia
  • Século IV d.C.
Ver contexto e desdobramentos Recolher

Formado em filosofia grega, Juliano não perseguiu cristãos de modo sistemático: retirou privilégios, restaurou templos, reorganizou o sacerdócio tradicional em moldes inspirados na estrutura eclesiástica e proibiu que cristãos ensinassem literatura clássica. A brevidade do governo e a ausência de apoio social amplo condenaram o projeto. Sua morte em campanha encerrou definitivamente qualquer possibilidade de reversão do processo de cristianização.

O que levou a isso

  • Formação filosófica e convicção religiosa pessoal do imperador
  • Percepção de que a religião tradicional estava sendo desmontada por decisões de Estado
  • Disputas internas entre correntes cristãs, que ele julgou poder explorar

O que veio depois

  • Restauração temporária de templos e cultos tradicionais
  • Restrições ao ensino de literatura clássica por professores cristãos
  • Fim do projeto com sua morte em campanha, sem sucessão do mesmo programa

Figuras envolvidas: Juliano

Abrir o registro completo