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DigitalTitleTrace Cronologia do mundo romano

Assassinato de Júlio César

Um grupo de senadores matou César a punhaladas durante uma sessão, na expectativa de restaurar a República. O resultado foi o oposto: treze anos de guerra civil e o fim definitivo do regime.

  • Política e governo
  • República
  • Cúria de Pompeu, Roma
  • Século I a.C.
Acontecimento 66 de 144 46 % do percurso

Contexto histórico

Os conspiradores, muitos deles perdoados por César após a guerra civil, acreditavam que a eliminação do ditador bastaria para reativar as instituições. Não tinham plano de governo nem apoio popular organizado. O funeral, conduzido por Marco Antônio, inflamou a população contra os assassinos, que deixaram a cidade. A herança política e o nome de César passaram por testamento a seu sobrinho-neto Otaviano, então com dezoito anos, o que introduziu um novo e decisivo ator na disputa.

O que levou a isso

  • Concentração permanente de poder na figura de um único homem
  • Temor senatorial de restauração monárquica
  • Frustração de aristocratas com a perda de influência política

O que veio depois

  • Nova guerra civil entre cesaristas e conspiradores
  • Entrada de Otaviano na política como herdeiro nomeado em testamento
  • Divinização oficial de César e uso de sua memória como fonte de legitimidade

Importância histórica

Um dos episódios mais consequentes da história antiga: em vez de salvar a República, acelerou sua substituição por um regime de poder pessoal.

Figuras envolvidas

  • Júlio César — o general que encerrou a República
  • Marco Antônio — o triúnviro do Oriente
  • Marco Júnio Bruto
  • Caio Cássio Longino

Fontes consultadas

  1. Suetônio, Vida dos Doze Césares: Júlio Fonte antiga
  2. Apiano, Guerras Civis, livro II Fonte antiga
  3. Plutarco, Vidas Paralelas: Bruto Fonte antiga

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