Contexto histórico
O saque foi mais metódico e prolongado do que o de 410, embora as fontes indiquem que houve negociação para evitar incêndios e massacres generalizados. Telhas de bronze dourado de templos foram retiradas, e objetos trazidos de Jerusalém quase quatro séculos antes teriam sido levados para Cartago. A cidade, que já vinha perdendo população e função política, saiu ainda mais reduzida. O governo ocidental, incapaz de proteger sua antiga capital, tornou-se uma sucessão de figuras controladas por comandantes militares.
O que levou a isso
- Domínio naval vândalo sobre o Mediterrâneo ocidental
- Instabilidade política em Roma após o assassinato do imperador Valentiniano III
- Ausência de forças navais romanas capazes de impedir o desembarque
O que veio depois
- Perda de grande volume de riqueza material e humana
- Novo declínio demográfico e econômico da cidade
- Sucessão de imperadores ocidentais efêmeros e controlados por generais
Importância histórica
Evidência definitiva de que o governo ocidental não conseguia mais defender nem seu centro simbólico.
Figuras envolvidas
- Genserico
- Leão I
- Petrônio Máximo
Fontes consultadas
- Procópio de Cesareia, Guerra Vandálica Fonte antiga
- Prosper de Aquitânia, Crônica Fonte antiga
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