Contexto histórico
Após a morte de seu marido, que havia repelido os sassânidas em nome de Roma, Zenóbia assumiu o comando em nome do filho e expandiu o controle palmireno sobre a Síria, a Ásia Menor e o Egito, cortando o abastecimento de grãos da capital. A campanha de Aureliano restaurou o domínio romano em pouco mais de um ano. Palmira foi tomada e, após nova revolta, severamente punida. Suas ruínas, hoje na Síria, são reconhecidas como patrimônio mundial.
O que levou a isso
- Vazio de autoridade romana no Oriente após a captura de Valeriano
- Papel militar central de Palmira na contenção dos sassânidas
- Ambição política e capacidade organizativa da liderança palmirena
O que veio depois
- Perda temporária do Egito e do Oriente pelo governo central romano
- Campanha de Aureliano e derrota de Palmira
- Declínio definitivo da cidade como potência regional
Importância histórica
Episódio decisivo da fragmentação do século III e um dos mais notáveis exemplos de poder regional autônomo dentro do mundo romano.
Figuras envolvidas
- Aureliano — o restaurador da unidade
- Zenóbia
- Odenato
Fontes consultadas
- Zósimo, História Nova, livro I Fonte antiga
- Sítio de Palmira, bem inscrito na Lista do Patrimônio Mundial UNESCO
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